Publicado por: blogyc3 | agosto 5, 2008

Boxer

Os ancestrais do boxer, conhecidos na Idade Média com o nome de “alans”, eram treinados para a caça ao urso e ao javali. Sua aptidão para aprender faz dele um cão de muitas habilidades. A raça foi fixada no começo deste século, na Alemanha.

O boxer resulta de cruzamento de mastins bullenbeisser e buldogues realizados em Munique na década de 1850. Foi mostrado pela primeria vez em Londres na década de 1930.

Apesar da aparência agressiva, belicosa e da natureza extrovertida, ele é suficentemente dócil para ser usado como guia em certos países.

Tem uma devoção à família que é estraordinária e um instinto de proteção excepcional. Sua afeição pelas crianças é mundialmente conhecida e, quem convive com um boxer logo percebe sua boa índole. Com as pessoas estranhas ele age sem agressividade e constuma observar o estranho antes mesmo de latir.

BOXERS INTELIGENTES

Os boxers não só podem comunicar-se com outros cachorros como também podem fazer com que suas emoções e desejos sejam percebidos pelos humanos. Muito frequentemente você dará, por intuição, a interpretação correta a estes sinais e aprenderá com o tempo a interpretá-los, observando de perto seu animal.

Linguagem corporal

Os boxers têm um modo muito especial de fazerem-se entender pela linguagem corporal e pela mímica.

Prontidão: se um ruído estranho, por exemplo, chama a atenção do seu boxer, ele empinará a cabeça e enrugará a testa.

Alegria: os boxers, como outros cachorros , também expressam prazer sacudindo o rabo.

Satisfação: em passeios você seguramente verá seu boxer cheio de prazer, se jogar na grama e rolar de um lado para outro repetidamente. Ele está transbordando de alegria e este comportamento é um sinal de seu bem estar. Ele se sente bem particularmente, deitará de lado totalmente relaxado. Deitar de costas é uma expressão de intimidade absoluta.

Submissão: deitado de costas, o boxer também expõe seu pescoço. Isto é um gesto de submissão. Você verá isto repetidamente também durante lutas por classificação. O cachorro mais fraco deita de costas e mostra seu pescoço para o outro cachorro. Deste modo ele demonstra que é o perdedor. O impulso de morder do cachorro mais forte, diante disso, é inibido por sua postura comportamental. Afinal de contas, o propósito de detrminar que é o melhor cão foi cumprido.

Tristeza: se seu boxer estiver, se enrolará como uma bola. Se você o castigou, ele pode estar muito ofendido. Alguns boxers se afastam e não reagem até mesmo a agrados ou palavras amáveis.

Medo: um boxer mostra medo pondo seu rabo entre as pernas. Reage com o mesmo comportamento quando faz alguma travessura e você o chama em seguida. Com a cabeça inclinada e o rabo comprimido entre as pernas, dirige-se furtivamente para você.

Olhos expressivos: os olhos do Boxer expressam freqüentemente seus sentimentos. Porém, para se interpretar esses sentimentos corretamente, você precisa conhecer seu animal há algum tempo: seu olhar suplicante quando quer conseguir o presente ; seu olhar de impaciente quando o passeio diário terminou há muito tempo e ainda a expressão feliz em seus olhos quando ele percebe que sua companhia é bem vinda.

Vocalização

O boxer possui uma grande variedade de latidos e outros sons com quais pode expressar seu estado de espírito e seus desejos. Não é uma boa razão que todas essas expressões vocais são descritas como vocalização. Quanto mais tempo dedicar a seu boxer, mais nuances ele expressará em sua comunicação e, reciprocamente, melhor você entenderá seu animal.

Lamúria e lamento: o boxer indica que está com dor por meio de sons muito altos produzidos com a boca fechada. Quando implora também faz o mesmo som, por exemplo, quando quer comer algo ou sair.

Grunhido: quando o grunhido parece mais um zumbido, é uma indicação do bem estar de seu boxer; mas se é um pouco ronco fundo, ele está com humor hostil e pronto para uma briga. Grunhindo profundamente, adverte o oponente do ataque iminente.

Latido: o timbre e os intervalos entre latidos transmitem informações. Mesmo o latido em tom profundo é um sinal de saudade, demonstrava de forma amigável. Desagrado é expressado por latidos muito altos e agitados.

Dominado por seus instintos

O comportamento do boxer, assim como o de qualquer outro animal, é em grande parte determinado por reações instintivas e impulsos. Em última análise, eles servem ao propósito de autopreservação ou preservação da espécie.

O instinto para resistir permite ao cachorro defender-se

A caça ou instinto de rapina: se expressa quando o boxer persegue um animal que está se afastando e que é então visto como pressa.

Freqüentemente é só um tipo de brincadeira de pegar, quando o boxer , por exemplo, persegue uma lebre. Este padrão de comportamento é esperado, embora o boxer não seja exatamente um cão de caça.

O treinamento dele tem que objetivar a repressão deste impulso, tanto quanto o possível. Qualquer impulso nesta direção deveria ser reprimida já na sua fase inicial, por exemplo, quando ser boxe cava ninhos de rato ou de toupeira. Do mesmo modo, não deixe seu cão de estimação perseguir um veado outra caça do tipo. Para evitar que seu cão seja ferido, você deveria considerar se quer deixa-lo sem coleira numa área de caça livre.

Minha dica: embora seu boxer possa ser obediente, é esperado que algum dia ele corra atrás de um animal selvagem em vôo. Quando isso acontecer, não saia do lugar de onde ele correu de você. Não corra atrás dele. Seu boxer se orientará por meio de faro e achará o caminho de volta para você.

O instinto de Proteção: se aplica não só à prole do boxer, mas a família de seu dono também. Nos passeios ele está sempre conferindo o grupo de pessoas pelo qual ele é responsável, concedendo particular proteção às crianças. Quando encontra outras pessoas com cães, seu boxer se tornará extremamente alerta. Ele se plantará a sua frente e eriçrá o pêlo. Uma vez passado o “perigo, ou seja, o outro cachorro, seu nível de tensão volta ao normal.

O instinto de vigiar: e Ter cuidado com os outros está voltado principalmente aos filhotes do cão, mas também pode se estender aos caçulas da família do dono. É expressado quando o cachorro o lambe, especialmente sua face. Por motivo de higiêne você não deveria permitir isto, porque o boxer pode, deste modo, facilmente transmitir-lhe doenças ou vermes. Por isto tente firmemente impedir o cão de lamber suas crianças, oferecendo-lhe sua orelha ou mãos como alternativa.

 

O instinto de comer: serve só a propósito, auto preservação. Nada mudou pelo fato do boxer, na sua condição de animal doméstico, já não Ter de achar comida por si mesmo, mas ser alimentado por seu cão.

O instinto de acasalamento: também tem um só propósito: preservação da espécie. Não pode ser influenciado pelo treinador.

Doenças Específicas Do Boxer

Apesar de todo nosso cuidado e atenção, os Boxers ocasionalmente sofrem de doenças para as quais a raça parece estar predisposta. Quer estas doenças sejam origem geneética ou ocasionadas por fatores ambientais, elas de qualquer modo precisam ser tratadas.

Câncer

Descobriu-se que os Boxers são de alto risco para uma grande variedade de tumores. Estão incluídos tanto os tumores benignos de pele ( lipomas e histocitomas) quanto o câncer que afeta o cérebro, a pele, a tiróide, as glândulas mamarias e órgãos internos como o Baço e pâncreas. Tumores benignos de pele normalmente podem precisar ou não de tratamento ou simples remoção cirúrgica sob anestesia local. Os malignos requerem tratamento específico para o câncer e variam bastante. Tal qual nos casos de câncer humano, os cães são tratados com cirurgia, quimioterapia e ás vezes radiação. Tem havido enormes avanços no tratamento de cães e no tempo de sobrevivência. Não há como prever se o Boxer desenvolverá alguns tipo de câncer com o envelhecimento.
No entanto, é prudente estar alerta em relação a qualquer manifestação estranha e consultar seu veterinário caso observe algo suspeito.

Hiperplasia gengival

São tumores benignos da boca essencialmente, um crescimento excessivo do tecido gengival comumente visto em Boxers de meia idade e mais velhos. Estes tumores podem ser numerosos; no entanto normalmente não causam danos significativos.
Ocasionalmente eles deformam a posição dos lábios e estéticamente não são atraentes. Visto que eles podem reter partículas de alimento, o dono deve prestar atenção bucal. Consulte sempre seu veterinário para excluir qualquer malignidade possível.

Doença do Coração

Assim como a maioria das raças caninas, os Boxers estão sujeitos a enfermidades do coração. Entre elas incluem-se anomalias congênitas, bem como doenças adquiridas mais tarde. As doenças cardíacas do Boxer normalmente enquadram-se em duas categorias: estenose aórtica e cardiomiopatia.

 

A aórtica é uma doença congênita, um estreitamento ou constrição do sistema de fluxo do ventrículo esquerdo para a aorta Geralmente esta deficiência ocorre abaixo da válvula aórtica e por isso é denominada estenose subaórtica. Pode ser detectada por um sopro sistólico pelo seu veterinário – frequentemente num jovem filhote se o estreitamento for severo, ou num cão mais velho se a constrição for menos aguda. Deve-se fazer distinção entre este sopro- as frequentemente denominados sopros de “fluxos” inocente que desaparecem com o crescimento do filhote. Não há nenhum tratamento cirúrgico viável e se a deficiência resultar em arritmias ventriculares, geralmente é utilizado uma terapia anti- arrítmica. A estenose subaórtica pode levar à falencia do coração e/ou morte súbita, porém formas amenas da anomalia podem passar despercebidas, não sendo incompatíveis com a vida normal.

A cardiomiopatia é uma doença do próprio músculo do coração. Causa arritmias que ameaçam a vida e freqüentemente conduzem à morte súbita ou falência do coração. Pode ser causada por certos venenos; infecções bacterianas, parasitas e virais (notadamente parvovirus); uremia severa , diabetes e insolação. Nos Boxers, entretanto, ela freqüentemente ocorre na meia idade por motivo desconhecido. Indubitavelmente a hereditáriamente desempenha um papel chave.

A cardiomiopatia é muito comum em toda a raça na América do Norte e não há um modo fácil de evitá-la. A boa notícia e que uma grande chance de seu Boxer nunca venha a desenvolve-la.

Contudo, você deve estar ciente de seus sintomas. Se seu Boxer alguma vez apresentar fraqueza súbita ou desmaios você precisa investigar a causa deste comportamento. Estes são sintomas clássicos de cardiomiopatia da raça e não podem ser ignorados. Muitas vezes, se você levar seu cão ao veterinário depois de episódio destes, seu batimento cardíaco poderá estar normal.

Infelizmente isto não é garantia de um coração saudável porque as arritimias, geralmente de origem ventricular, só podem ser detectadas sob esforço nos primeiros estágios da doença. São necessários testes mais sofisticados.

A cardiomiopatia pode ser tratada com drogas anti arrítmicas e uma vez regulado o coração do cão, ele poderá viver muitos anos sem mais nenhum sintoma. Criadores de Boxers conscienciosos estão financiando pesquisas sobre este problema e esperam um dia identificar “sinais” genéticos de modo que a cardiomiopatia possa finalmente ser eliminada ou grandemente reduzida.

Displasia do quadril: Esta é uma doença que se desenvolve na articulação do quadril de muitas raças de cães, inclusive os Boxers. A cabeça do fêmur (osso da coxa) e o acentábulo (encaixe do quadril) tornar-se incompatíveis; a articulação enfraquece e perde sua função característica. A relutância em submeter-se a exercícios físicos vigorosos , o andar manco e a dor são sinais possíveis de displasia de quadril, que se manifestam normalmente entre os quatro meses de idade e um ano. Subir escadas ou levantar-se de uma posição sentada ou deitada pode ser difícil e o cão poderá gritar se a articulação do quadril for manipulada. As radiografias dão definitivamente o diagnóstico e mostrarão a evidência da falta anormal de firmeza da articulação. O tratamento é direcionado ao alívio dos sintomas de dor e inclui terapia medicamentosa e cirurgia. A displasia do quadril é tida como hereditária, mas outros fatores como dieta alimentar e condicionamento não podem ser excluídos. Cães com mais de vinte e quatro meses podem ser registrados e avaliados pela Orthopedic Foundation For Animals (OFA) na Columbia, Missouri.

 Hipotireoidismo
(deficiência da Tiróide)

A ocorrência do hipotiroidismo no Boxer adulto está sendo diagnosticada com mais freqüência. Esta deficiência pode ser causada por tumores na tiróide ou basicamente pelo mau funcionamento da glândula. O que acontecerá é que a glândula tiróide revela -se deficiente na produção de Hormônios tiroidianos. A tiróide deficiente pode afetar muitos órgãos .Dentre os sintomas temos: pêlo excessivamente ralo ou perda total dos mesmos, obesidade, falhas reprodutivas e infertilidade, anemia e letargia. O diagnóstico é confirmado através de exame de sangue que comprove níveis inadequados de hormônios da tiróide na circulação. A administração de doses cuidadosamente determinadas de reposição hormonal aliviarão a maioria dos sintomas e provavelmente precisarão ser ministradas visando o equilíbrio da vida do cão.

Sintomas do envelhecimento

Embora a maioria dos Boxers tenda a agir vigorosamente durante toda a vida, seu velho cão poderá recusar-se a correr e brincar como fazia antes. Ele pode desenvolver artrite; se sofreu algum dano no esqueleto ou nas articulações durante sua vida, isto poderá trazer-lhe desconforto. Ele pode apresentar dificuldade em levantar-se ou mancar periodicamente. Há excelentes remédios contra a dor para estes problemas que podem ser prescritos pelo seu veterinário.

Sua responsabilidade para com o velho cão são na maioria das vezes, uma questão de bom senso. Não se pode permitir que ele se torne obeso. O excesso de peso em cães, como nas pessoas, causa tensão desmedida ao coração e ao esqueleto. À medida que envelhece, o metabolismo se tornará mais lento e irá requerer menos calorias. Há excelentes alimentos cuidadosamente elaborados para cães mais velhos. Se seu boxer parece inclinado a correr a toda velocidade como se fosse um filhote, mas você sabe que ele tem uma articulação de joelho frágil ou astrite da espinha dorsal ou coração anormal, seus exercícios devem ser limitados dentro de parâmetros sensatas. Dê-lhe uma cama boa e macia para deitar-se, mas, acima de tudo, mantenha-o em ordem, conserve suas unhas aparadas e faça-o sentir que ainda é um valioso membro da família.

Dizendo Adeus

Quando chegar a hora de dizer adeus, você poderá Ter a sorte grande de descobrir que seu velho amigo o deixou como que sonhando no seu canto favorito do tapete. Ou então , você terá que tomar a mais dolorosa das decisões: pôr um fim no sofrimento incurável do seu Boxer da maneira mais humana possível, via eutanásia veterinária.

A eutanásia é simplesmente uma dose excessiva de anestesia. O cão adormecerá tranqüilamente antes que a overdose cause a parada cardíaca. Se você tomar esta difícil (e angustiante) decisão, encha-se de coragem e permaneça com seu cão enquanto o procedimento é realizado. Lembre-se seu boxer não sabe o que está acontecendo e a última coisa que você gostaria que ele lembrasse é o tom suave da sua voz à medida que ele é levado a dormir. É o mínimo que você pode fazer: foi uma notável jornada.

  

 

 

 

 

Publicado por: blogyc3 | julho 18, 2008

Cães de raça e mestiços

Cães de raça pura representam populações geneticamente fechadas. Muitos cães de uma única raça são geneticamente parecidos uns com os outros. Uma análise genética de cinco raças de cães mostrou uma grande diversidade genética presente nos Golden Retrievers (raça relativamente comum), mas muito pouca diversidade nos Akitas. Não há tantos Akitas para escolher, então todos têm um grau de parentesco. Uma criação fechada significa que os cães de raça pura são uniformes em aparência. Também significa que é difícil escapar de problemas genéticos, porque muitos cães dessa população fechada têm os mesmos ancestrais.


Um Akita Inu Branco ou Akita Japonês

Um cão “puro” não significa necessariamente alta qualidade, saúde ou um bom exemplar da raça. Alguns filhotes de pais de excelente qualidade podem ser mais próximos do padrão do que outros. E muitos cães puros podem ter problemas sérios de saúde.

Com o advento da clonagem, o futuro da criação de cães poderá tomar outro rumo. Em 2005, pesquisadores sul-coreanos relataram que tinham clonado um Afghan hound macho com sucesso, para criar um cão geneticamente idêntico chamado Snuppy (que significa Soeul National University Puppy – filhote da Universidade Nacional de Seul). Para saber mais sobre clonagem, veja Como funciona a clonagem.

A última moda na criação de cães são os chamados mestiços programados. Um animal de uma raça é cruzado com um animal de uma raça diferente, na esperança de capturar as melhores qualidades de cada uma delas e, até mesmo, de eliminar alguns problemas. Os cruzamentos mais comuns são entre cães Retrievers, como os Labradores, e Poodles gigantes. Esses “Labradoodles” têm supostamente a natureza amigável e gentil dos Retrievers e a característica de não perder pêlos do Poodle.

Um Labradoodle F1

Gregório Mendel (1822-1884) desenvolveu as leis básicas da genética fazendo cruzamentos entre ervilhas com qualidades diferentes – ervilhas verdes ou amarelas, de plantas altas ou baixas, etc. Os mesmos princípios, chamados genética mendeliana, também se aplicam aos cães. O cenário genético mais básico é quando um gene em um locus específico determina cada característica (a localização de um determinado gene é chamada locus do gene).

Outra variação de um Labradoodle F1

Uma pelagem lisa ou crespa, por exemplo, pode ser determinada por duas versões diferentes do mesmo gene. Essas versões alternativas, que diferem muito pouco em sua seqüência de DNA, são chamadas alelos. Um cão herda um alelo de cada um dos pais no locus de tipo de pelagem. Esses alelos podem ser os mesmos ou diferentes. Se forem os mesmos, o indivíduo é homozigoto naquele locus. Se forem diferentes, o indivíduo é heterozigoto (veja a seção “Entendendo a herança código genética” em Como funcionam as heranças genéticas para mais detalhes).

Cães de raças fechadas tendem a ser homozigotos no locus que determina o tipo de pelagem. Se você cruzar um cão homozigoto para um tipo de pelagem com outro que seja homozigoto para outro tipo de pelagem, terá uma ninhada totalmente heterozigota naquele locus. Na verdade, a herança genética para tipo de pelagem pode ser bem mais complicada do que a representada pela simples herança mendeliana, mas o princípio básico é o mesmo. Todos os Labradoodles da ninhada terão pelagem parecida (neste caso, ondulada e que não perde pêlos), como resultado da combinação de dois alelos diferentes de seus pais.

Porém, não há a possibilidade de cruzar dois Labradoodles e ter uma ninhada deles, porque essa não é uma raça pura, você estaria cruzando dois heterozigotos. Neste caso, teria alguns filhotes mais parecidos com Labradores e alguns mais parecidos com Poodles ou qualquer coisa entre os dois. Isso acontece porque são mestiços cruzados com mestiços e não dois indivíduos puros. Outra coisa a ser lembrada é que problemas hereditários, como a displasia de quadril, estão presentes em ambas as raças e não são eliminadas pelo cruzamento delas.

Raças brasileiras

· Fila Brasileiro: o fila brasileiro teria sido trazido ao Brasil pelos portugueses e espanhóis e pode-se encontrar nele características de suas raças formadoras (como o olhar tristonho do Bloodhound, o temperamento do Bulldog e a compleição física do Mastiff). Foi a primeira raça brasileira a ser reconhecida pela FCI (Federation Cynologique Internationale).

· Buldogue Campeiro: teve sua origem no Buldogue inglês do tipo antigo, introduzido no Brasil pelos imigrantes europeus, no século XIX. Reconhecido pelo FCI.

· Terrier Brasileiro ou Fox Paulistinha: tem sua origem nos diversos Fox trazidos da Europa no começo do século XX. Está com homologação provisória no FCI.

· Dogue Brasileiro ou Bull Boxer: a mistura perfeita entre a docilidade do Boxer e a coragem do Bull Terrier. Está com homologação provisória no FCI.

· Ovelheiro Gaúcho: foi desenvolvido no Rio Grande do Sul a partir da raça Collie e também de Border Collies sem qualquer planejamento, ao acaso, pela necessidade do peão gaúcho de ter um cão que o ajudasse no árduo trabalho nas fazendas da região. Tem homologação provisória no FCI.

· Veadeiro Pampeano ou Veadeiro Brasileiro: há uma hipotése de que ele ele seria um cão nativo da América do Sul, hipótese apoiada no fato deste cão poder ser encontrado em várias regiões do Brasil e também em diversos outros países da América do Sul. Também está com homologação provisória no FCI.


De raça de trabalho a cão de companhia
As raças de cães foram criadas por razões diferentes. Alguns foram criados para serem companhias. Outros, para serem ”cães de colo”. Em contraste, algumas raças foram criadas seletivamente para pastorear ovelhas, para corridas ou para puxar trenós.


Cães puxando um trenó

Um Pastor Australiano que nunca viu uma ovelha, ainda assim, tentará pastorear. Dálmatas foram criados incrivelmente resistentes, de maneira que pudessem correr o dia todo ao lado das carruagens. Mas isso também significa que não ficam satisfeitos com uma volta rápida no quarteirão. Rottweilers foram criados para arrebanhar o gado, usando sua estrutura poderosa para tocar as vacas pela estrada até o mercado.


Dálmatas são cães muito ativos e precisam de muito exercício

Criar cães não é uma tarefa fácil e é importante pesquisar qual é o cão certo para você.

Veja os posts anteriores:

A educação do filhote.

Só me diz uma coisa…

Abracem a causa

Publicado por: blogyc3 | junho 23, 2008

Curiosidades sobre cachorros

Idade do cão

Muitas pessoas acreditam que um ano para o cachorro eqüivale a sete anos do homem. De certa forma isso é verdade, mas há uma correspondência que varia de acordo com as fases da vida de um cão: quanto mais novo mais o cachorro mais significativo é o tempo; à medida em que ele vai envelhecendo, o tempo (comparativamente ao do homem) tem um valor menor; A tabela abaixo mostra a correspondência:

 

Idade do cão

Idade do homem

1 ano

x 15 = 15 anos

2 anos

x 12 = 24 anos

5 anos 

x 7 = 35 anos

10 anos

x 6 = 60 anos

15 anos

x 5 = 75 anos

A tabela pode ser alterada por alimentação inadequada, obesidade e outros fatores que diminuem a expectativa de vida do animal.

 

 

Até quando eles crescem?

O primeiro ano é o período em que o animal mais cresce. A maioria das raças continua crescendo até os 18 meses, mas, existem algumas raças em que o crescimento vai até os 24 meses.  

 

 

Mancha branca

Todos os cães que têm alguma mancha branca no corpo, se distinguem através do mesmo tipo de pêlo brancos na ponta do rabo. 

 

 

Grego

Hesíodo, célebre poeta grego, foi assassinado pelos locridenses, que o jogaram no fundo do mar. Seu corpo, porém, tendo sido conduzido à praia pelos golfinhos, foi logo reconhecido. O cão de Hesíodo se atirou de tal modo contra os filhos de Ganistor-Nupaciano, que estes se viram logo acusados de autores de tremendo crime. Colhidas as provas do execrável delito, foram todos eles condenados à morte.

 

 

Ulisses

Ulisses, herói da mitologia grega, tinha um cão, que ele costumava afagar. Porém, com a guerra de Tróia, nosso herói se ausentou por vários anos e, quando voltou, o velho amigo felpudo, morreu de comoção, como morrem certas pessoas, de coração fraco, incapazes de agüentar alegrias súbitas.

 

 

Dedicação

 

O “Percy”, cão de estimação do presidente Coclidge, foi enterrado junto ao túmulo do grande político norte americano.

 

 

Cão ator

Em 1814, um dramaturgo fecundo, Pixerecourt, levou à cena, em Paris, um melodrama intitulado “O Cão de Monlargis”.
E era um cão, que desempenhava o principal papel, cão inteligentíssimo, chamado Dragon e que representava admiravelmente. A peça teve enorme êxito. Por isso foi traduzida para o alemão e levada ao Grande Teatro de Weimar.
Indignação de Goethe, que era então o diretor. Um cão no palco! 

 

 

Memória

John Rogers, solteirão que residia em Clevelândia, Estados Unidos, possuía um cão que tinha o nome de “Scotly”. Acontece que, depois da morte de John Rogers, um vizinho o levou para sua residência. O animal de pronto se resignou à perda do dono e começou a viver uma existência fe1iz no novo lar. Cinco anos depois, “Scotly” sentiu-se doente. O veterinário, que o examinou declarou que o animal não tinha salvação.

No dia seguinte ao do diagnóstico do veterinário, “Scotly” desapareceu misteriosamente não sendo encontrado, apesar de ser procurado por várias pessoas. Depois se soube que “Scotly” andou errante vários dias até que, certa noite, foi morrer no local procurado pelo seu instinto de gratidão.

O cadáver do animal foi encontrado junto ao túmulo do seu primeiro dono, no cemitério local. Porém, várias pessoas afirmaram ainda que “Scotly” jamais havia estado antes no cemitério, que distava, da casa do segundo dono, aproximadamente oito milhas.

 

 

Faro

Muitos animais chegam a pressentir a presença de água a muitos quilometros de distância. Outros podem descobrir onde se encontrar o seu patrão no meio de uma grande multidão, só pelo odor especial que somente ele sabe distinguir perfeitamente entre os exalados pelas outras pessoas. É também com o faro que ele identifica o estado de saúde, o sexo e a idade dos seus semelhantes. Qualquer odor que não conste dos seus registros olfativos, imediatamente os coloca em estado de alerta e de desconfiança.

 

 

Visão canina

O olho do cão é um órgão completamente normal. Com ele o cão pode ver qualquer objeto ou pessoa que lhe apareça pela frente entretanto, considerando-se o incalculável alcance do seu faro, na realidade, ele chega a “enxergar” mais com o nariz do que com os olhos. Desde que a visão não seja devidamente utilizada, ela pode vir a regredir. As diferentes cores não chegam a impressionar um animal tanto quanto a um ser humano. A sua reação é praticamente a mesma quando está diante de um quadro vermelho ou um preto; percebe melhor um objeto brilhante do que qualquer outro pintado mesmo com as cores mais vivas.

 

 

 

Posts anteriores:

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Cães de raça e mestiços

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A educação do filhote.

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Só me diz uma coisa…

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Abracem a causa

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Publicado por: blogyc3 | junho 6, 2008

A educação do filhote.

 

Antropomorfismo, do dicionário Aurélio de língua portuguesa, significa a aplicação de algum domínio da realidade social, biológica ou física da linguagem ou conceitos próprios do homem inclusive de seu comportamento e o cinemorfismo é exatamente o inverso ou seja, a aplicação de domínio da realidade social, biológica ou física de linguagem ou conceitos próprios de cão ou de seu comportamento.


Por exemplo: quando um cão com um osso na boca ameaça um observador humano, na verdade imagina que essa pessoa deseja seu osso enlameado e pegajoso, fazendo assim faz uso de valores caninos, ou cinemorfismo.
Os cães são animais sociais cuja sociedade é regida por uma série de comportamentos a base instintiva e o homem é um animal humanizado, social e sua sociedade é regida por leis morais.

Porém, o problema é que no decorrer de um ano, o cão se desenvolve nas mesmas proporções que um humano se desenvolve em vinte anos, portanto a evolução é vinte vezes mais rápida, tanto no crescimento corpóreo quanto de comportamento e, portanto, o erro na criação de um filhote, por menor que seja, é vinte vezes mais grave do que o erro nos humanos.

As crianças conversam por movimentos, posturas e palavras, enquanto que os cães não tem uma linguagem verbal. O homem tem deixado de lado muito deste tipo de sentido do animal em troca do desenvolvimento da aprendizagem por palavras, mas continua esperando que o companheiro cão entenda palavras e situações, inclusive as punições, tão facilmente como fazem as crianças.

O cão fala através do corpo e de vocalizações como latir, gemer, chorar, etc., que muitas vezes não são compreendidas por nós, para expressar seus desejos ou insafisfações, sua dominância ou sua submissão. 

Se você o deixar sozinho, ele pode urinar em seu tapete por reprovação (dominância) e se você se zangar, talvez ele urine nele, tremendo e com o rabo entre as pernas por medo (submissão). Uma mesma ação assume significados totalmente diferentes. Será que entenderíamos isto?

Para o cão, as eliminações corporais são uma manifestação do mais alto nível, elas o informam sobre sexo, idade, hora e o momento do indivíduo que passou.

Os maus tratos num filhote se repercutem em sua personalidade e em seu comportamento pelo resto da sua vida, exatamente como em uma criança, assim como isolamento e a falta de socialização. Isto conduz a problemas de comportamento sérios e que, infelizmente, são muito freqüentes.

Entretanto o antropomorfismo e seu erro mais freqüente é a associação de atitudes animais com posturas humanas. O cão que olha de lado abaixando a cabeça para evitar de olhar no rosto de seu dono dá a impressão de provar remorso por uma ação na qual ele se sinta culpado.

Se o proprietário vê em seguida as flores do jardim reviradas ou os livros rasgados, irá logo ligar os fatos: meu cachorro agiu mal e sabe disto. Porém não é bem assim, um cão que não é punido dentro dos dez segundos que seguem um ato repreensível, perde a consciência ou a memória de que acaba de fazer algo errado, pois já estará completamente ocupado com uma nova atividade.

Seu comportamento é na verdade uma manifestação de submissão por antecipação. Ele espera a punição que irá receber porque você voltou e não porque as flores estão espalhadas pelo jardim ou os livros estragados. Ele associa a punição com a seu regresso e não com a ação que ele cometeu impunemente.

Nos filhotes, assim como nas crianças, a consciência e o sentido do dever não são naturais. Os pais são essencialmente responsáveis pelo sentido moral e educação de suas crianças, que neste caso, se realiza principalmente por imitação. No cão isto também pode acontecer, mas ele agirá desta forma na medida em que isso o divertir ou for proveitoso.

A educação do cão progredirá na medida em que seus instintos forem equilibrados com as leis morais da sociedade e isto é feito por nós.

Um cão não quer ser tratado como um humano, porém o mesmo cão espera que nós sejamos como ele, que participemos de atividades em grupo, que brinquemos, que cacemos juntos e que durmamos no mesmo lugar que ele.

 

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Só me diz uma coisa…

Abracem a causa

Cuidados com seu Cachorro

Publicado por: blogyc3 | junho 4, 2008

Só me diz uma coisa…

 

… Como resistir?

 

Eu não consigo.

Publicado por: blogyc3 | junho 2, 2008

Abracem a causa

Oi gente!

Descobri essa campanha e achei uma iniciativa muito legal. Entrem pra votar nos cachorrinhos preferidos!

São todos muito fofos, mas minha preferida é a Marilú!

É só clicar aqui embaixo!

 

 

Beijinhos pra todos vocês!

Publicado por: blogyc3 | maio 30, 2008

Cuidados com seu Cachorro

A chegada do novo cão

Cães são animais muito carentes, mas dependendo da sua personalidade podem ser até bem “despachados”. A adaptação vai depender de como ele se sentirá no ambiente. Se for bem tratado, se houver um pratinho de ração bem cheirosa, uma mão delicada afagando sua cabeçinha e um cantinho aconchegante, logo ele sentirá confiança e ficará ambientado.

Assim, ao chegar a casa com o novo cão, coloque-o numa peça tranqüila. Espere que ele tome a iniciativa de conhecer a casa. Alguns fazem isso imediatamente, outros podem demorar um pouco. Deixe que ele cheire tudo, eles gostam de explorar tudo que vêem pela frente. Para os mais assustados, deixe comida, água e uma caminha fofinha disponíveis, e espere.

Se você mora em uma casa, e pretende que ele more no pátio, providencie um vai-e-vem grande para que ele possa se exercitar (não esqueça da casinha, mas nunca o mantenha preso diretamente nela) restringindo seus movimentos por pelo menos duas semanas, para que ele se acostume com o ambiente, ou ele pode fugir e se perder. Depois disso, verifique se no seu pátio existem telas de proteção bem resistentes e altas para que você possa soltá-lo após este período, se achar que ele está totalmente ambientado.

Higiene

Cães precisam tomar banho a cada quinze dias, mas só faça isso com água morna e sabão neutro, salvo se houver algum problema de pele; neste caso leve a um especialista. A secagem, com toalha ou secador de cabelos, deve ser bem feita para evitar que as patinhas fiquem molhadas e assim fiquem com frieiras, e evite as correntes de ar até que ele esteja totalmente seco. Cuidado para não entrar água nos ouvidos, pode ocasionar otite. Esses devem limpos apenas com um algodão úmido em produto específico e jamais usar cotonete.

Passeio

O cão deve ser ensinado a fazer suas necessidades desde pequeno. Para isso experimente sair com ele várias vezes ao dia, tantas vezes quantas forem possíveis, e transformar estes passeios em algo muito prazeroso para ambos. Mesmo que ele não faça nada na rua, não desanime, não desista, insista e mantenha o ritmo. No momento em que ele fizer alguma coisa na rua, gratifique-o com algum petisco. Assim ele se condicionará. A partir do momento em que ele começa a crescer, a “demanda” diminuirá e quando adulto três vezes ao dia é o suficiente para quem mora em apartamento.

No caso de machos adultos não castrados, é normal que eles “batizem” com um spray de urina vários pontos da casa. É um instinto territorial. Ele quer afastar “adversários”, mesmo que esses não existam. Essa é uma das razões pelas quais os cães devem esterilizados a partir dos seis meses de idade.

Comida

A melhor comida para o cão é a ração industrializada. Contém tudo que ele necessita, é fácil de estocar e de encontrar. Porém devem-se evitar as marcas muito baratas, que têm substâncias prejudiciais. Nunca dê leite de vaca para o cão, nem mesmo para filhotes. Ele causa diarréia. Idem para frios como presunto e similares. Queijo e iogurte, de vez em quando. Nada com açúcar também. Deixe sempre água fresca disponível.

Vermes

Todos os cães devem tomar vermífugos semestralmente, principalmente os que têm acesso a jardins. Drontal, Canex e Petzi são algumas das marcas mais usadas. Dose de acordo com a bula. Filhotes a partir de 8 semanas já podem, e devem tomar. A presença de um pouco de sangue nas fezes pode indicar uma infestação maior.

Pulgas

Hoje existem muitos produtos para evitar pulgas, sendo os mais conhecidos o Front Line, Advocate, Revolution. Não são baratos, mas são os que realmente resolvem. Xampus, pós e sabonetes não costumam resolver e ainda podem intoxicar o cão. Inseticidas, nem pensar. Os cães são muito sensíveis a venenos. Pisos com carpete ou tábuas estimulam o crescimento das pulgas. Quando há grandes infestações, toda a casa precisa ser tratada. Pergunte ao veterinário.

Unhas

Só os veterinários podem mostrar o jeito correto de cortar as unhas do cão, sem machucá-lo.

Esterilização

Todo cão, macho ou fêmea, deve ser esterilizado por um veterinário competente, a partir dos seis meses de idade. Há várias razões para isso: evitar a superpopulação de animais abandonados, evitar que eles se percam.

Nunca, nunca aplique nas fêmeas injeções anticoncepcionais: elas causam câncer em 99% dos casos. Também não deixe a cadela tendo cios sucessivos: ela igualmente terá câncer, de mama ou outro órgão. A esterilização é prática, rápida e resolve o problema definitivamente.

Segurança

Só saia de casa com o cão preso a uma coleira e uma guia. Por mais manso que ele seja, pode entrar em pânico e fugir, em situações de stress como em grandes aglomerações. Nas ruas, eles facilmente acabam vítimas de atropelamentos, pois às vezes enxergam algo interessante e resolvem atravessar.

Em dias festivos, verifique que seu cão está em segurança em casa ao sair para comemorar, pois eles têm o ouvido muito sensível e assustam-se bastante com o barulho dos fogos de artifício. Deixe-o em um local arejado com água e comida, no qual ele possa sentir-se seguro. Certifique-se que ele não possa fugir.

Vacinas

Nunca esqueça de vacinar seu cãozinho. Nos três primeiros meses de vida deve-se evitar o contato com a rua e com outros cães adultos, pois ao desmamar, eles perdem a proteção natural que suas mamães “oferecem” e ficam sujeitos a várias doenças. Procure seu veterinário de confiança e vacine-o.

E finalmente……

Ame-o demais, pois ele merece!

Publicado por: blogyc3 | maio 29, 2008

A história do cão

O cachorro é um mamífero canídeo e talvez o mais antigo animal doméstico. Teorias postulam que surgiu da domesticação do lobo cinzento asiático pelos povos daquele continente há cerca de 100.000 anos. Ao longo dos séculos, através da domesticação, o ser humano realizou uma seleção artificial dos cães por suas aptidões, características físicas ou tipos de comportamentos. O resultado foi uma grande variedade de mais de 400 raças caninas, que atualmente são classificadas em diferentes grupos ou categorias. O vira-lata (Brasil), ou rafeiro (Portugal) é a denominação dada aos cães sem raça definida, SRD, ou mestiços, descendentes de diferentes raças.

O cão é um animal social que na maioria das vezes aceita seu dono como o “chefe da matilha” e possui várias características que o tornam de grande utilidade para o ser humano, possui excelente olfato e audição, é bom caçador e corredor vigoroso, é omnívoro, é inteligente, relativamente dócil e obediente ao ser humano, com boa capacidade de aprendizado. Desse modo, o cão pode ser adestrado para executar grande número de tarefas úteis ao homem, como cão de caça; pastorear rebanhos; como cão de guarda para vigiar propriedades ou proteger pessoas; farejar diversas coisas; resgatar afogados ou soterrados; guiar cegos; puxar pequenos trenós e como cão de companhia. Esses são os motivos da famosa frase: “O cão é o melhor amigo do homem“. Não se tem conhecimento de uma amizade tão forte e duradoura entre espécies distintas quanto a do homem e o do cão.

Publicado por: blogyc3 | maio 29, 2008

Nós amamos! Todos eles.

Não há nada mais divertido, fofo, lindo, tchucotchuco que cachorros! Nós amamos.

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